Rostos invisíveis,
Que vivem e não conhecem
O mundo onde estão.
(Estranha vivência esta
Dos vultos que sobrevivem.)

Este post também se podia chamar simplesmente pimbolim, matraquilho, ou Rúben Micael.

Se na final da Liga dos Campeões fizer uma má arbitragem, é porque é incompetente. Se fizer uma boa arbitragem, expliquem-me vocês a arbitragem no nosso último jogo contra os tripeiros. De qualquer modo, é uma vergonha.

Já por lá tinha estado em Março, e deixaram-me voltar este mês. Algures na maior revista portuguesa sobre literatura, que este mês está com uma capa absolutamente maravilhosa, está mais um poema meu. Comprem ou não, não me interessa, mas vão aqui ler o poema em causa.
Hoje é o dia da minha peregrinação anual a Coimbra, para umas mini-férias habitualmente desgastantes. Se entretanto estiver mais adormecido por aqui, é porque estarei mais acordado por lá. Até logo!

Algures ali em baixo, de costas, estou eu. Estava a bater palmas ao rapaz que ontem foi campeão, mas que na foto está com uma camisola muito mais bonita, com a qual nunca o foi. Mas será.
O Pingo Doce faz uma campanha agressiva. Os portugueses aplaudiram e consumiram. Os sindicatos e o PCP, que se arrogam da "defesa do povo" contra os "grandes capitalistas", criticam a medida do Pingo Doce.
Se calhar os comunistas não querem assim tanto só o que é bom para o povo. E se calhar esses capitalistas não são bichos-papões. Houvesse mais campanhas destas e se calhar estes preconceitos estúpidos alteravam-se. Digo eu, vá.
E por isso, em vez de escrever um post bonito, deixo só esta nota escrita há três dias. E amanhã também não há nada, que no dia do trabalhador não se trabalha, como no dia da mulher não se fazem coisas de mulher(?).
Também às 20h, também jogada com os pés. É com o Barcelona e é na RTP2.
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